O Superior Tribunal de Justiça manteve a condenação do arquiteto e ex-participante do Big Brother Brasil Felipe Prior pelo crime de estupro ocorrido em agosto de 2014, na capital paulista. A pena fixada é de oito anos de prisão, em regime semiaberto inicial. A decisão foi proferida de forma monocrática e ainda cabe recurso. Prior responde ao processo em liberdade.
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Decisão foi proferida em dezembro
A manutenção da condenação foi determinada pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca, em decisão assinada no dia 19 de dezembro. O magistrado rejeitou o pedido da defesa para reverter a condenação imposta pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A defesa de Felipe Prior optou por não se manifestar sobre a decisão.
Pena havia sido aumentada pelo TJ-SP
Em setembro de 2024, os desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo analisaram recurso apresentado pela defesa e decidiram aumentar a pena do ex-BBB de seis para oito anos de prisão, mantendo o regime semiaberto.
A Corte entendeu que as provas reunidas no processo eram suficientes para sustentar a condenação pelo crime de estupro.
Crime ocorreu após festa universitária
Segundo a sentença de primeira instância, Prior e a vítima estudavam no mesmo campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie, na Zona Norte de São Paulo. À época, o arquiteto costumava oferecer caronas à vítima e a uma amiga em comum.
Na noite do crime, após uma festa universitária, Prior teria deixado a amiga na residência dela e seguido em direção à casa da vítima. Em uma rua próxima, ele teria iniciado contato físico sem consentimento e levado a mulher para o banco traseiro do carro, onde ocorreu o estupro. De acordo com a Justiça, a vítima não conseguiu reagir por estar alcoolizada.
Outros processos envolvendo Prior
Felipe Prior responde, ao todo, a quatro processos por estupro. Dois deles já resultaram em absolvição, um teve condenação confirmada e outro ainda aguarda julgamento.
O processo pendente refere-se a um suposto estupro ocorrido durante uma festa universitária em Biritiba Mirim, em 2018.
Em maio de 2025, Prior foi absolvido da acusação relacionada a um caso ocorrido em Itapetininga, durante o InterFAU de 2018. Já em dezembro do ano passado, ele também foi absolvido de uma acusação referente a um episódio em Votuporanga, em fevereiro de 2015, por falta de provas suficientes.
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