Uma voz. Não uma voz qualquer. Mas um timbre apto a apoderar-se do repertório de uma das nossas maiores cantoras, como demonstrado no show e no álbum “Belezas são coisas acesas por dentro”, em que reverenciou Gal Costa (1945-2024), como a cantar as dores de amor de forma pungente no seu álbum mais recente, o autoral e não menos vibrante Caminhos Selvagens.
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E de quem é essa voz, afinal? É de Catto, artista que, desde sua aparição na cena musical em 2011, quando lançou o álbum “Fôlego”, mostrou que estava vocacionada a pavimentar na música um caminho autoral e personalíssimo.
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