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O Brasil acaba de provar que calor não é só incômodo: pode virar energia. Pesquisadores da USP e do CNPEM analisam materiais que absorvem calor e o convertem em eletricidade, abrindo portas para usos sustentáveis e bem criativos no cotidiano.
O que os estudos da USP e do CNPEM revelam sobre transformar calor em energia?
Pesquisas conduzidas por cientistas da USP, com apoio da infraestrutura do CNPEM, investigam materiais com propriedades termoelétricas e fototérmicas, capazes de converter calor em eletricidade. Parte desses resultados foi divulgada pelo Jornal da USP, com base em artigos científicos publicados em revistas internacionais como Physical Review B e Journal of Materials Chemistry A, periódicos reconhecidos na área de novos materiais e energia sustentável. Esses estudos analisam a estrutura microscópica dos compostos e como ela influencia a eficiência na conversão de calor residual em energia elétrica, especialmente em ambientes urbanos quentes.
Dá mesmo para transformar calor em energia?
Sim, e isso é mais comum do que parece. Esses materiais podem captar calor do ambiente, inclusive o calor que normalmente seria desperdiçado, e o transforma-los em energia aproveitável. É ciência aplicada à vida real.
A ideia muda o jogo porque usa algo abundante no Brasil: calor. Em vez de só tentar fugir dele, a tecnologia aprende a tirar proveito.

Onde isso aparece no dia a dia sem a gente perceber?
Telhados quentes, paredes expostas ao sol e até equipamentos eletrônicos liberam calor o tempo todo. Com esse tipo de material, esses pontos podem virar pequenas fontes de energia limpa.
Na prática, isso pode significar sensores autônomos, sistemas de monitoramento e dispositivos que funcionam sem depender tanto da tomada.
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Que curiosidades tornam essa possível inovação ainda mais interessante?
Além do impacto científico, há detalhes que deixam tudo mais curioso. Antes de listar, vale entender que os pesquisadores pensaram tanto em eficiência quanto em sustentabilidade.
- O material pode funcionar com calor ambiente, não só com sol direto
- A pesquisa é 100% brasileira e feita em centros públicos
- Ele pode ser adaptado para superfícies urbanas comuns
- Ajuda a reduzir desperdício energético em cidades quentes
Por que essa descoberta importa para o futuro urbano?
Cidades mais quentes tendem a gastar mais energia. Transformar calor em eletricidade ajuda a equilibrar esse consumo e reduz a pressão sobre fontes tradicionais. Saber que soluções assim estão sendo criadas no Brasil mostra como ciência e criatividade podem melhorar a vida de forma simples, prática e inteligente.
Aprender essas curiosidades lembra que o cotidiano está cheio de descobertas escondidas. Quando a ciência entra em cena, até o calor vira aliado e isso torna tudo bem mais interessante.