Condenada a 39 anos de prisão por mandar matar os próprios pais, Suzane von Richthofen deve entrar na disputa pela herança de seu tio, o médico Miguel Abdala Netto, de 76 anos. Ele foi encontrado morto dentro de casa, no bairro do Campo Belo, região nobre da zona sul de São Paulo.
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Segundo o jornal O Globo, o patrimônio deixado por Miguel é estimado em cerca de R$ 5 milhões. A principal adversária de Suzane na disputa é Silvia Magnami, prima de primeiro grau do médico, que também se apresentava como companheira dele há mais de uma década.
Primeiro embate na delegacia
A briga pela herança começou ainda na delegacia, no momento da liberação do corpo de Miguel Abdala Netto. Nesse primeiro confronto, Silvia levou vantagem ao conseguir oficializar os trâmites junto ao Instituto Médico Legal (IML) e providenciar o sepultamento.
O episódio foi visto como um indicativo de sua tentativa de se consolidar como responsável legal pelo médico, reforçando a alegação de que mantinha uma união estável com ele.
Áudio levanta dúvida sobre união estável
Apesar disso, uma nova reviravolta veio à tona após a divulgação de um áudio por uma vizinha de Miguel, exibido pelo programa Cidade Alerta. No relato, a mulher afirma que o médico não mantinha uma união estável com Silvia, contrariando a versão apresentada por ela.
A declaração vai na direção oposta ao pedido já protocolado por Silvia na Justiça, no qual solicita o reconhecimento oficial da relação.
Impacto na partilha dos bens
A informação pode interferir diretamente no processo de partilha da herança. Além de Silvia, a divisão dos bens também envolve os sobrinhos de Miguel Abdala Netto, entre eles Suzane von Richthofen e seu irmão, Andreas.
A definição sobre a existência, ou não de união estável será determinante para o desfecho da disputa judicial.
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