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3ª semana sem respostas: entenda o que se sabe sobre o desaparecimento das crianças no Maranhão

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3ª semana sem respostas: entenda o que se sabe sobre o desaparecimento das crianças no Maranhão

O desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, completa três semanas nesta segunda-feira (19). As crianças foram vistas pela última vez no dia 4 de janeiro, na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, no interior do Maranhão.

Ao longo da última semana, a Marinha do Brasil passou a atuar no Rio Mearim, utilizando o side scan sonar, equipamento capaz de mapear o fundo do rio e a coluna d’água mesmo em locais de baixa visibilidade. A tecnologia reforçou as buscas fluviais na região.

Além disso, mais de 500 pessoas participam das operações de forma voluntária. As equipes já realizaram varreduras em uma área de mata superior a 3.200 km², o equivalente a cerca de 450 mil campos de futebol. A região foi dividida em quadrantes e contou com ações aéreas, uso de helicópteros, drones e cães farejadores.

Órgãos envolvidos nas buscas

A força-tarefa reúne diversos órgãos e instituições:

Investigações seguem em andamento

De acordo com o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, todas as hipóteses estão sendo apuradas pela Polícia Civil. Um inquérito policial já foi instaurado e é conduzido por uma comissão formada por delegados, agentes e investigadores.

Primo foi encontrado com vida

Anderson Kauan, primo das crianças, que desapareceu no mesmo dia, foi encontrado com vida em 7 de janeiro, três dias após o sumiço. O menino, de 8 anos, ajudou nas investigações ao relatar que o último local onde esteve com Ágatha e Allan foi a chamada “casa caída”, uma cabana abandonada próxima ao Rio Mearim.

No local indicado, cães farejadores identificaram vestígios da passagem das crianças, o que levou à ampliação das frentes de busca na região.

Nenhuma nova pista confirmada

Desde então, as equipes intensificaram as buscas terrestres, fluviais e subaquáticas, incluindo o uso de embarcações e tecnologia de varredura no rio. Apesar do reforço, nenhuma nova pista concreta foi confirmada até o momento.

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