Mirelly Cristina da Silva, de 21 anos, foi brutalmente assassinada pelo ex-namorado, Vitor Caetano Figueiredo, de 22 anos, na porta de sua casa em Itaúna, Minas Gerais. O ataque aconteceu após o jovem se esconder ao lado do portão e surpreender a vítima, desferindo mais de 20 facadas.
Segundo a Polícia Civil, o crime foi premeditado. Vitor comprou a faca de churrasco dias antes, viajou de Belo Horizonte até Itaúna e aguardou Mirelly chegar em casa para atacá-la. Câmeras de segurança de residências próximas registraram o momento da violência.
Após cometer o feminicídio, Vitor tentou fugir, mas foi preso horas depois na Rodoviária de Belo Horizonte. Na delegacia, ele confessou o crime, afirmando que ainda monitorava a rotina de Mirelly e que o motivo do ataque foi saber que ela tinha um novo namorado.
O delegado responsável descreveu o suspeito como frio, relatando que ele não lembrava a quantidade exata de golpes e chegou a sorrir durante o depoimento.
A família da vítima, em especial a irmã Fernanda Francine Eleotério Martins, relatou o impacto da tragédia. Fernanda contou que Mirelly lutava contra uma doença rara e terminou o relacionamento por considerar Vitor “tóxico”. Ela expressou revolta com a sensação de impunidade: “É um feminicídio atrás do outro. Eles fazem porque sabem que não vai dar em nada”.
O corpo de Mirelly foi encontrado pelos bombeiros, com múltiplas perfurações, e o Samu confirmou o óbito no local. A polícia classificou o caso como feminicídio premeditado.
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