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Vereadora envolvida no caso de suposta traição de Silas Câmara é apontada por Antônia Lúcia

A deputada federal Antônia Lúcia (Republicanos-AC) causou grande repercussão política nesta terça-feira (2) ao divulgar nas redes sociais uma série de acusações contra o deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), ex-presidente da Frente Parlamentar Evangélica. Segundo ela, Silas teria traído a esposa, abandonado a família e agido em desacordo com os princípios religiosos, provocando sofrimento na mulher, nos filhos e nos netos.

Nas publicações, Antônia Lúcia menciona a vereadora Katwyssya Chu Martinelli, de Manaus, como figura central do episódio, e exige que ela deixe o prédio que leva o nome da sogra de Silas, Pastora Terezinha Duarte Câmara, alegando que a presença da vereadora seria desrespeitosa para a família e para o legado da matriarca.

A deputada também sugere que recursos públicos teriam sido utilizados para financiar o suposto relacionamento extraconjugal, incluindo verbas e estruturas vinculadas à Frente Parlamentar Evangélica e benefícios previdenciários. Entre os valores citados estariam fundos destinados a ações para diabéticos, pessoas enfermas, comunidades carentes e programas de pesca vinculados ao INSS.

O episódio provocou reação imediata dentro da bancada evangélica, que passa a lidar com um novo foco de tensão. As acusações reacendem o debate sobre ética, transparência e responsabilidade pública entre parlamentares com forte atuação religiosa, expondo divisões internas e possivelmente gerando cobranças e posicionamentos de aliados e adversários nas próximas semanas. Até o momento, Katwyssya Chu Martinelli não comentou publicamente as acusações.

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