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Professora da UFAC é presa após ameaças de morte e vandalismo em Cruzeiro do Sul

Professora da UFAC é detida após ameaças violentas contra vizinhos. Foto: Reprodução

Um episódio de violência envolvendo a professora da Universidade Federal do Acre (UFAC), K.B.G. repercutiu fortemente em Cruzeiro do Sul no fim de semana. A docente foi presa em flagrante após ser flagrada em vídeos praticando vandalismo e proferindo ameaças contra uma família vizinha.

Professora da UFAC é detida após ameaças violentas contra vizinhos. Foto: Reprodução

As imagens mostram a mulher insultando e intimidando os moradores. Em um dos momentos mais graves, a professora ameaça “esquartejar” a família e chega a citar que faria o mesmo com o bebê que a vítima, Natana de Oliveira Jales, carrega no ventre. A gestante passou mal durante o episódio e precisou de atendimento médico.

Mesmo com a chegada da Polícia Militar, a professora manteve o tom de violência, reafirmando que iria matar e esquartejar os vizinhos diante dos agentes e de outros moradores que testemunharam a cena.

Além das ameaças, vídeos mostram a docente tentando agredir fisicamente os vizinhos, desferindo chutes e ofensas de baixo calão. Em meio ao tumulto, ela também teria exaltado sua condição acadêmica, diminuindo a formação de outros presentes.

Até agora, a UFAC não se manifestou sobre o caso. Juristas consultados apontam que a servidora poderá responder a um processo administrativo disciplinar, que pode afetar sua carreira na instituição.

A Polícia Civil de Cruzeiro do Sul já instaurou inquérito para apurar os crimes de ameaça, injúria e dano ao patrimônio, além de avaliar se houve outras violações legais. O material em vídeo entregue pelas vítimas será usado como prova.

Moradores relatam que não se trata de um caso isolado. Segundo eles, a acusada já teria protagonizado situações de intimidação em diferentes locais da cidade, incluindo repartições públicas, hospitais e até dentro da própria universidade. Documentos judiciais revelam que a professora já respondeu a processos por injúria e desacato, o que reforça a reincidência de comportamentos agressivos.

A reportagem entrou em contato com Karlla Barbosa Godoy para ouvir sua versão sobre os fatos, mas até o fechamento desta matéria ela não retornou às tentativas de contato.

 

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