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O fim do “passinho robô”? Humanoides invadem a pista de dança – e com gingado

O fim do “passinho robô”? Humanoides invadem a pista de dança – e com gingado

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Quem nunca viu alguém imitando um robô em uma pista de dança? Agora, o jogo virou: são os robôs que estão aprendendo a imitar os humanos. A empresa chinesa PNDbotics causou alvoroço na Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC 2025), em Xangai, com a apresentação de seus robôs humanoides, Adam e Adam-U, que deram um show.

A performance se destacou por um motivo simples: os movimentos eram incrivelmente fluidos, quase humanos. Graças a um sistema de inteligência artificial que capta e aprende movimentos de forma eficaz, os robôs conseguem se mover com harmonia e naturalidade, indo muito além dos famosos passinhos “robotizados”.

Adam, o robô dançarino, na WAIC 2025, em Xangai (Imagem: PNDbotics/YouTube)

O design do Adam é um dos segredos. A PNDbotics levou em conta aspectos biológicos para criar seu corpo, com um torso modular que se move de forma similar a um ser humano. O resultado é uma combinação perfeita de hardware avançado e sistemas de IA que permitem ao robô não só caminhar, mas também dançar com precisão e agilidade.

O robô que além de bailarino, é roqueiro

Com 1,67 metros e 60 kg, o Adam é um verdadeiro artista, mas o que chama mais atenção é a sua precisão e agilidade, que o permitem explorar diversas formas de expressão, como a música. Além de brilhar na pista de dança, ele já tocou uma keytar em um grande show de rock, mostrando que o futuro dos robôs pode estar nos palcos.

Adam, o robô multiartista, se apresentando em um show de rock (Imagem: PNDbotics/YouTube)

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Pré-venda já disponível, mas para poucos

Para quem se interessou, a versão estática do Adam já está em pré-venda por US$ 45.000 (cerca de R$ 240 mil, em conversão direta), mas a PNDbotics afirma que o robô é ideal para laboratórios de pesquisa, universidades e desenvolvedores interessados em robótica inteligente.

Com robôs dançando e tocando instrumentos, uma coisa é certa: o futuro das pistas de dança está cada vez mais imprevisível. Será que os humanos vão ter de treinar ainda mais para não serem superados por robôs com gingado?

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