Chocante: adolescente é dopada e estuprada por três irmãos no Amazonas

Uma menina de 17 anos foi vítima de estupro coletivo após ser dopada ao voltar da escola em Nhamundá (AM). Os três irmãos suspeitos foram presos, um deles apontado como líder do tráfico local

Três irmãos, de 32, 36 e 39 anos, foram presos pela Polícia Civil do Amazonas (PCAM) acusados de estuprar uma adolescente de 17 anos na comunidade Sagrado Coração, em Nhamundá, a 383 km de Manaus (AM).

O crime ocorreu na noite de 7 de julho, quando a jovem, ao voltar a pé da escola após perder o transporte, foi abordada por um dos suspeitos, dopada e violentada pelos três homens. O resultado da operação foi apresentado nesta segunda-feira (21 de julho), em coletiva de imprensa.

Segundo o delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), um dos criminosos aplicou uma substância em pó no nariz da vítima para sedá-la. Como o efeito não foi suficiente, os irmãos recorreram à força física, deixando a adolescente com lesões comprovadas em exame pericial. A composição que dopou a vítima ainda não foi identificada pelos investigadores.

Divulgação/PCAM

Após o crime, a jovem tentou suicídio e foi encaminhada a uma unidade hospitalar. A denúncia chegou à Secretaria Municipal de Segurança, que identificou o caso como estupro e acionou o delegado Elton Araújo, da 43ª DIP, e o DPI.

Operação prende suspeitos, incluindo líder do tráfico

As investigações, conduzidas pela 43ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Nhamundá, com apoio do DPI, identificaram a participação dos três irmãos. Mandados de prisão preventiva foram deferidos pela Justiça e cumpridos na sexta-feira (18 de julho).

“Um dos suspeitos é apontado como líder do tráfico de drogas local”, disse o delegado, que participou pessoalmente da operação.

A equipe policial usou lanchas para acessar a comunidade remota e prender os acusados. Os três irmãos responderão pelo crime de estupro, passarão por audiência de custódia e permanecerão à disposição da Justiça. Os acusados não tiveram os nomes divulgados pelas autoridades.

Fonte: Metrópoles

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