Criança de 12 anos morre após complicações por infecção no Hospital do Juruá

O caso gerou comoção em Feijó e reacende o debate sobre os desafios enfrentados pela rede pública de saúde no interior do Acre

Diogo Albuquerque, um menino de 12 anos morador do município de Feijó, morreu no sábado, 17, no Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul, após apresentar um quadro infeccioso grave que evoluiu rapidamente para sepse. A criança havia dado entrada no Hospital Geral de Feijó na manhã do dia 15 de maio.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), a transferência do paciente para o Hospital do Juruá foi solicitada no dia 16 e realizada no dia seguinte, 17, dentro do prazo estabelecido pelos protocolos do Ministério da Saúde.

Diogo Albuquerque, de 12 anos morador do município de Feijó, morreu no sábado: Foto/ Reprodução

Segundo nota oficial divulgada pela Sesacre, Diogo recebeu atendimento médico e multiprofissional nas duas unidades hospitalares. A secretaria enfatizou que não houve omissão ou demora no atendimento e que todas as medidas cabíveis foram adotadas com agilidade e responsabilidade pelas equipes envolvidas.

“Infelizmente, apesar dos esforços intensivos das equipes, o quadro evoluiu para uma sepse grave associada à celulite, o que impediu um desfecho positivo”, informa o comunicado assinado por Diani Carvalho, coordenadora regional de saúde do Juruá.

Diogo Albuquerque, um menino de 12 anos morador do município de Feijó, morreu no sábado, 17, no Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul, após apresentar um quadro infeccioso grave que evoluiu rapidamente para sepse. A criança havia dado entrada no Hospital Geral de Feijó na manhã do dia 15 de maio.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), a transferência do paciente para o Hospital do Juruá foi solicitada no dia 16 e realizada no dia seguinte, 17, dentro do prazo estabelecido pelos protocolos do Ministério da Saúde.

Segundo nota oficial divulgada pela Sesacre, Diogo recebeu atendimento médico e multiprofissional nas duas unidades hospitalares. A secretaria enfatizou que não houve omissão ou demora no atendimento e que todas as medidas cabíveis foram adotadas com agilidade e responsabilidade pelas equipes envolvidas.

“Infelizmente, apesar dos esforços intensivos das equipes, o quadro evoluiu para uma sepse grave associada à celulite, o que impediu um desfecho positivo”, informa o comunicado assinado por Diani Carvalho, coordenadora regional de saúde do Juruá.

A Sesacre manifestou profundo pesar pela morte do menino e se solidarizou com os familiares. A nota ainda reforça o compromisso da secretaria com uma assistência à saúde pautada em critérios técnicos e humanos, reiterando que as ações foram conduzidas conforme os protocolos clínicos vigentes.

O caso gerou comoção em Feijó e reacende o debate sobre os desafios enfrentados pela rede pública de saúde no interior do Acre, especialmente em relação à estrutura hospitalar, transporte de urgência e capacidade de resposta em situações críticas.

A nota ainda reforça o compromisso da secretaria com uma assistência à saúde pautada em critérios técnicos e humanos, reiterando que as ações foram conduzidas conforme os protocolos clínicos vigentes.

O caso gerou comoção em Feijó e reacende o debate sobre os desafios enfrentados pela rede pública de saúde no interior do Acre, especialmente em relação à estrutura hospitalar, transporte de urgência e capacidade de resposta em situações críticas.