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Caso Bernardo: quem era a mulher encontrada morta na prisão

Edelvânia Wirganovicz, de 51 anos, condenada pela morte de Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, em 2014, foi encontrada morta no Instituto Penal Feminino de Porto Alegre, nessa terça-feira (22/4). De acordo com a Polícia Penal, a suspeita é de suicídio. A mulher, que era amiga da madrasta de Bernardo, havia sido condenada a 22 anos e 10 meses de reclusão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Reprodução

Relembre o caso

A mulher era amiga da madrasta de Bernardo, Graciele Ugulini, também condenada. Ela admitiu o crime e apontou o local onde o corpo do menino foi enterrado.

Em 2019 ela foi condenada a 22 anos e 10 meses de reclusão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Em 2022 Edelvânia foi para o regime semiaberto.

Um ano depois ela chegou a utilizar tornozeleira eletrônica por conta de falta de vagas no sistema prisional. Porém, em fevereiro deste ano, após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, ela retornou ao regime semiaberto.

De acordo com as investigações, a mulher chegou a aceitar dinheiro para ajudar a esconder o corpo de Bernardo.

pai, a madrasta e Edelvânia foram denunciados por homicídio quadruplamente qualificado (motivos torpe e fútil, emprego de veneno e recurso que dificultou a defesa da vítima). Já Evandro, irmão de Edelvânia, foi condenado por homicídio simples. Todos foram acusados de ocultação de cadáver.

 

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