Em uma entrevista ao podcast do ContilNet nesta segunda-feira (20), o governador Gladson Cameli se absteve de responsabilizar gestões passadas pela situação crítica da passarela Joaquim Macedo e da ponte sobre o Rio Caeté, localizadas na BR-364. Ao contrário de alguns de seus secretários, que apontaram as administrações de Jorge e Tião Viana (PT) como culpadas, Cameli enfatizou a urgência de encontrar soluções para os problemas das estruturas danificadas.

Gladson em entrevista ao Em Cena, podcast do ContilNet/Foto: Reprodução
Ambas as obras foram comprometidas pelas movimentações do solo, resultando em sua interdição total. O governador, no entanto, preferiu focar em ações para resolver a situação o mais rápido possível.
“Vou continuar sendo o Gladson com minhas posições: respeito todas as opiniões, sejam de secretários, aliados ou da oposição. Mas não tenho tempo para ficar olhando no retrovisor. O exemplo da passarela é o mesmo da ponte do Caeté. E já estamos nos preparando para resolver a situação da ponte de Tarauacá, que também está apresentando problemas”, afirmou.
Cameli destacou ainda que, embora questões relacionadas a erros de projeto ou gestão possam ser avaliadas pelos órgãos de controle, o mais importante agora é resolver a situação.“Se foi erro de projeto ou de alguém, os órgãos de controle estão aí para fiscalizar e emitir os pareceres. O que precisamos fazer é resolver a situação e não ficarmos ilhados. Já coloquei toda a estrutura do Estado à disposição. Não importa quem fez. O que importa é garantir o direito das pessoas de ir e vir”, concluiu o governador.
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