Acre adere à ferramenta que ajuda a localizar crianças e adolescentes desaparecidas; entenda

Os estados Piauí, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Amapá, Rio Grande do Sul e Pernambuco foram os que aderiram a ferramenta junto com o Acre

O estado do Acre aderiu ao Protoloco Amber Alerts, ferramenta utilizada para ajudar a localizar crianças e adolescentes, a partir da divulgação de fotos no Instagram e Facebook, em um raio de 160 km do desaparecimento.

Na última terça-feira, o Acre e outros oito estados se uniram ao Distrito Federal, Minas Gerais e Ceará, que utlizam a ferramenta desde agosto de 2023, data do lançamento do Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e Meta, empresa dona do Facebook e Instagram.

Acre aderiu a ferramenta do Governo Federal/Foto: Ilustração

O diretor de Operações Integradas da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Diopi/Senasp/MJSP), Rodney da Silva, ressaltou a importância da ferramenta na localização de crianças desaparecidas, por ser capaz de mobilizar rapidamente a comunidade e fornecer informações precisas, aumentando significativamente as chances de localização.

Os estados Piauí, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Amapá, Rio Grande do Sul e Pernambuco foram os que aderiram a ferramenta junto com o Acre.

Segundo a página oficial do Governo Federal, De janeiro a abril de 2024, foram registrados 6.498 casos de desaparecimento de pessoas entre zero e 17 anos no Brasil.

Em 2023, ocorreram 20.416 registros na mesma faixa etária, conforme os dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública – Validador de Dados Estatísticos (Sinesp – VDE), do MJSP.

Ainda de acordo com esses dados, 30 pessoas desapareceram no Acre com a faixa etária de zero a 17 anos em 2024, segundo checagem do ContilNet.

Os números mostram ainda uma variação de -5,45% com relação ao período de janeiro a abril de 2023.

Desde que foi adotado no Brasil, um caso foi solucionado a partir de Amber Alerts. Uma criança de dois meses foi encontrada e devolvida à mãe no Ceará, em fevereiro deste ano. 

A iniciativa já foi utilizada para auxiliar nas buscas a desaparecidos dez vezes no Distrito Federal, quatro no Ceará e uma em Minas Gerais. 

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