MDB quer um nome da direita para vice de Marcus e embarga indicação de Jenilson

Com a chapa Bocalom/Alysson praticamente sacramentada, o MDB agora começa a avaliar novos nomes para ocupar a aliança em prol da candidatura de Marcus Alexandre.

O partido aguardava uma decisão final do Progressistas para começar a discutir quem deverá disputar a Prefeitura de Rio Branco ao lado do ex-prefeito.

Segundo fontes ligadas ao MDB, o anúncio de quem será o vice de Marcus só deverá ser feito nos últimos dias antes da convenção partidária, que deve acontecer em agosto. Até lá, o partido vai listar as indicações feitas pelas siglas aliadas a coligação, que já somam 10.

Especulações dizem ainda que um nome agrada o ex-prefeito: o do ex-deputado Jenilson Leite, do PSB. Marcus, inclusive, foi pessoalmente articular a união e sacramentar a aliança entre PSB e MDB.

Tem base

Os rumores em torno de Jenilson são naturais. O ex-deputado teve mais de 30 mil votos só em Rio Branco, na disputa pelo Senado Federal em 2022. Tem uma base eleitoral forte e claramente somaria a chapa de Marcus.

Longe da esquerda

Porém, o nome de Jenilson não agrada a alta cúpula do MDB por um motivo: ainda é um político muito ligado à esquerda, o que é justamente o que os cabeças brancas do partido não querem. O presidente do partido, Flaviano Melo já decretou: o vice de Marcus deve vir da direita. Essa é uma estratégia para desvencilhar o ex-prefeito da esquerda e do PT.

Sem rancor

O governador Gladson Cameli não mentiu ao escancarar como são os bastidores da política. Disse em alto e bom som que não é porque não esteve no palanque de Bocalom em 2020, que não poderá estar neste ano. Nada é certo na política. É como diz Charles Chaplin, cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre.

Ele conseguiu

Praticamente selada e pronta para ser anunciada, a chapa Bocalom/Alysson conseguiu finalmente realizar o sonho do senador Marcio Bittar, unir quase todos os partidos de direita em uma só aliança.

Caminho trilhado

Bittar agora também detém espaço na Prefeitura de Rio Branco e no governo do Estado. Aos poucos ele vai sacramentando uma reeleição fácil.

Palanque cheio

Veremos no mesmo palanque: Bocalom, Alysson, Gladson, Bittar, Rueda, Ulysses, Velloso, Antônia Lúcia e possivelmente Alan Rick.

Dura pouco

A questão é: como que essa união será construída para 2026? São tantos possíveis candidatos a governador e a senador que facilmente essas alianças serão quebradas nas próximas eleições. Dura pouco!

No Juruá

O PSD deve indicar o nome do advogado João Tota como vice de Jéssica Sales na disputa pela Prefeitura de Cruzeiro do Sul.

Vice da Casa Amarela

O mesmo pode acontecer também em Rio Branco. O senador já havia dito que iria indicar o vice na chapa de Marcus Alexandre caso o Progressistas decidisse apoiar a candidatura do prefeito Tião Bocalom. É algo natural.

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